I- Introdução
Kardec em (1) afirma que toda falta cometida ou todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga, em uma ou mais existências. O Espírito sofre, tanto no Mundo Carnal através da Reencarnação, quanto no Mundo Espiritual, as consequências destas suas imperfeições.
Uma vez quitada, o Espírito está livre desta dívida, contudo podendo existir outras de encarnações pas-sadas, as quais deverão também ser compensadas como em (2), através de novas Reencarnações de Dores e Expiação.
II- O Caminho da Quitação das Dívidas
Em (3) Emmanuel define que todas as contas a resgatar pedem uma relação direta entre credores e devedores. Deste modo o devedor sempre estará diante daqueles a quem deve algo.
No Lar, no Trabalho ou nas linhas que margeiam o caminho, é fácil reconhecer os credores através da aspereza e da indiferença, como por exemplo:
– No Lar são nomes queridos que assemelham-se a terríveis verdugos;
– Na vida são amigos a que o arrastam a dificuldades de longo curso ou que o agridem com as pedras do desapareço;
– Em outras situações são aqueles que se transformam em adversários gratuitos, hostilizando-o de vários modos.
Resumindo, se o devedor se achar em uma destas situações, deve se municiar de Amor e Paciência, Tolerância e Serenidade, para desfazer a trama da incompreensão.
Deve guardar consigo a consciência no dever lealmente executado, relevando os golpes recebidos, através do melhor sentimento, da melhor ideia, da melhor palavra e da melhor atitude, sem jamais revidar.
Se após todos estes gestos de fraternidade e benevolência, a perseguição e a injúria continuarem, o devedor deve abençoar-lhes com a prece e deve ter a suprema humildade, certo de que na hora da crise, estes dois recursos são as notas da quitação das dívidas acumuladas.
III- Desperdício
IV- Conclusões
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