I- Introdução
Os Espíritas podem divergir nas ideias, mas não podem afastar-se da fraternidade, porque se o fizerem, não são Espíritas. Não há por onde fugir: Ou o Evangelho é assimilado ou não haverá Espiritismo (1 ).
A Mediunidade constitui “ Meio de Comunicação”. Jesus nos afirma: Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim será salvo e entrará, sairá e achará pastagens. Com que audácia incompreensível imaginais a realização sublime sem vos afeiçoardes ao Espírito da Verdade, que é o nosso Divino Mestre Jesus.
Irmãos, se vos dispondes ao Serviço Divino, não há outro caminho senão através dele, Jesus, que detém a infinita luz da verdade e a fonte inesgotável da vida! Não existe outra porta para a mediunidade celeste, para acesso ao equilíbrio divino que anelais no recôndito santuário do coração………………………… Sem o Divino Mestre, a Mediunidade é simples “ Meio de Comunicação” e nada mais, mera possibilidade de informação, como tantas outras, da qual poderão assenhorar-se também os interessados em perturbações, multiplicando presas infelizes ( 2 ).
Não posso compreender o Cristianismo sem a nossa integração prática do nosso Mestre Jesus ( 2 ).
II- Espiritismo e Evangelho
– Existem os que atacam a “Casa de Ismael”, pela orientação em Jesus Cristo e nos estudos do seu Evangelho. Mas, o que será do Espiritismo sem o Evangelho? Simples intercâmbio de vivos e mortos?
– A humanidade necessita de corações sinceros, devotados e afinados para a Obra do Cristo, para que esta produza os mesmos efeitos que produziu nos primeiros tempos do Apostolado. Isto é, nos três primeiros Séculos , nos quais ainda não existiam a Igreja dos Bispos Romanos, a qual foi a responsável pelas graves distorções e materializações dos Ensinos do Divino Mestre Jesus.
– Os homens podem viver fraternamente, porém, jamais o crente sincero pode renunciar às suas convicções firmadas, e o Espírita Cristão só uma convicção pode ter: A de entender, sentir e praticar o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo em toda a sua integralidade.
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III- Sobre a Nova Era
IV- Sobre O Consolador e a Igreja Católica dos Bispos Romanos
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