Jesus, Emmanuel e as Manifestações Espírituais

Índice

I- O Fenômeno do Pentecostes – pag.2

II- Espírito Santo- Livro “O Consolador”- Emmanuel e Chico Xavier – pag.6

III- Considerações Adicionais – pag.6

IV- Mediunidade– pag.7

V- Manifestações Espirituais– pag.9

VI- O Cristo Operante – pag.9

VII- Perante a Multidão – pag.9

VIII- O Diabo – pag.10

IX- No Trato com o Invísivel – pag.10

X- Tratamento de Obsessões – pag.11

XI- Guardemos Saúde Mental – pag.11

I- O Fenômeno do Pentecostes

O Pentecostes é um dos acontecimentos mais significativos da Tradição Judaico-Cristã, representando um Marco de Transição Espiritual, Histórica e Teológica. Embora seja amplamente reconhecido no Cristianismo como o evento que marca a descida do Espírito Santo (Ver a Definição no Item II) sobre a forma de Manifestações Espírituais e o nascimento da Igreja Cristã, suas raízes profundas remontam a celebra-ções agrícolas e institucionais do Antigo Testamento.

O Fenômeno no Novo Testamento

Na Perspectiva Cristã, o Fenômeno do Pentecostes ocorre em Jerusalém, cinquenta dias após a Ressu-reição de Jesus Cristo e dez dias após a sua Ascensão aos Céus. Conforme relatado no Livro de “Atos dos Apóstolos” (Capítulo 2), os Discípulos, acompanhados por Maria, Mãe de Jesus, e Outros Seguidores, en-contravam-se reunidos em Oração em um lugar conhecido como Cenáculo.

O Significado Teológico e Impacto Cultural

O Fenômeno é frequentemente interpretado na Teologia Bíblica como o reverso da narrativa da Torre de Babel. Enquanto em Babel a soberba humana resultou na confusão de línguas e na dispersão dos povos, no Pentecostes o “Espírito Santo” trouxe a Universalidade do Entendimento, permitindo que a diversida-de Cultural fosse unificada por meio da Mensagem do Evangelho.

A “Legião de Espíritos Redimidos” (O Espírito Santo)

Conectando com a Interpretação de Emmanuel sobre o Coma Joandrino, o “Espírito Santo” que inundou o Cenáculo no Pentecostes não foi Uma Única Pessoa Divina, mas sim a derrama fluídica de uma Falange de Espíritos Puros e Santificados que assessoram Jesus na Terra desde os seus Primórdios, e classificados como “Espírito Santo”, por falta de uma maior Instrução e Compreensão Espiritual.
Foi o cumprimento da Promessa do Cristo de enviar o “Consolador”, iniciando a era do Testemunho e da Propagação do Cristianismo com o amparo direto do Mundo Invisível

Em Resumo

O Pentecostes foi o Batismo Mediúnico da Igreja Primitiva. Através da Oração, os Apóstolos funcionaram como autênticos Médiuns, demonstrando que o Canal de Comunicação entre os “Vivos” e os “Mortos” estava aberto e chancelado pelo Alto para Consolar e Instruir a Humanidade baseada no Evangelho pre-gado por Jesus.

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