Somos defrontados com frequência por aflitivos problemas cuja solução reside em nós mesmos.
A ele debitamos longas fileiras de irmãos nossos que, não apenas infelicitam o lar onde são chamados à sustentação do equilíbrio, mas igualmente enxameiam os consultórios médicos e nas casas de saúde, tomando o lugar dos reais necessitados. São criaturas invigilantes, sempre inclinadas ao exagero de quaisquer sintomas ou impressões, e que se tornam doentes imaginários, vítimas que se fazem de si mesmas nos domínios das moléstias fantasmas.
Estas pessoas dramatizam pequenos desajustes orgânicos e encharcam-se de pesadas drogas farmacêuticas, que passam a funcionar como cargas elétricas impropriamente aplicadas. Atingidos este ponto, estes devotos da fantasia e do medo destrutivo caem fisicamente em processos de desgaste, cujas consequências ninguém pode prever, ou ainda entram em processos de obsessão oculta, nos quais desencarnados cruéis lhes dilapidam as energias.
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