I- Introdução
No Cap.VII, Item 25, Livro “Céu e Inferno”, é descrito a situação de Espíritos que se encontram mergulhados em densas trevas e outros que se encontram em absoluto insulamento no espaço. Em tais casos, estes Espíritos são atormentados pela própria consciência, pois se utilizaram quando encarnados, da ignorância, da maldade e do egoísmo na posição que ocupavam, transitoriamente, na Terra. Para os mais culpados, as torturas são muito mais pungentes e parecem não ter fim.
A grande maioria, devido a estar imantada aos baixos instintos de níveis quase de animalidade, não consegue escutar e/ou visualizar os Mentores Espirituais ou os Espíritos dos seus Entes Queridos.
Todos sofrem com elevada intensidade dos mesmos males, das mesmas dores e das mesmas privações que a outrem impingiram quando encarnados. Esta situação perdura até que o desejo da reparação pelo arrependimento, possa lhes trazer a calma e a resignação para entrever a possibilidade, por eles mesmos, através da Reencarnação, de colocar um final a esta atual situação no mundo espiritual.
Geralmente irão reencarnar em condições análogas às das pessoas a que fizeram sofrer, que prejudicaram, que traíram, etc, para reparar as faltas cometidas, em condições de expiação e reparação.
A misericórdia do Todo-Poderoso é infinita porém não é cega ou mesmo conivente. O culpado somente irá se reabilitar quando houver cumprido totalmente os desígnios de reparação e expiação, definidos pelos Espíritos Superiores, que executam as diretrizes e ordens estabelecidas pelo Pai Altíssimo.
II- Palavras de Jesus Sobre os Deveres e as Obrigações do Homem
II.1- Programa do Evangelho
II.2- Considerações Adicionais de Jesus ao Evangelho
III- Desencarnados em Trevas
Desencarnados em Trevas, insulados no remorso, detidos em amargas recordações ou jungidos à trama dos próprios pensamentos atormentados.
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Caro Irmão, aproveites as lições apresentadas para que não venhas a fazer companhia a estes irmãos torturados nas trevas. Não sofrerás pelo que tens ou pelo que és, porém colherás dos frutos dos próprios atos, no que se tem e no que se seja. Portanto, faça o Bem no limite do que puderes, sem apego a ti mesmo, procurando ser útil ao próximo e por consequência a toda a humanidade.
Escuta o irmão que torna do além-túmulo, aflito e desorientado, no Centro Espírita, e aprenderás em silêncio, que todos e quaisquer tipos de egoísmos geram as dores do pós-morte.
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