Sorves, em lágrimas silenciosas, o cálice da amargura ante o filho desobediente e notas no coração que o amor e a dor palpitam juntos em paroxismos e profundezas.
Desencantada com as nódoas de indignidade que lhe enxergas no caráter, reparas, chorando, que ele não é mais a aparição celeste dos primeiros anos de vida, e ao ponderar-lhe a falência iniciante, temes a liberdade que o tempo lhe concederá na construção do destino dele.
• Pretextando quere-lo, não te rendas à feição de soldado vencido. Embora carregues os espinhos da dor como espinhos engastados na própria Alma, é preciso continuar no posto de sentinela avançada.
• Não deformes o sentimento que te pulsa no peito. Fortalece a própria vontade, governando- lhe os impulsos. Ceder sempre, no fundo, é menosprezar-se.
• Seja previdente, aparando- lhe os caprichos e desejos pueris. Acenda a luz da prece e medita nas dores excruciantes que alcançaram a doce Mãe do Senhor. Ergue a voz no corretivo às irreflexões e aos anseios imoderados que o visitam, se queres fazer dele um homem.
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| Assim, pois, embora muita vez torturada na abnegação incom-preendida, mostra a teu filho que as Leis Divinas são imutáveis e que todo Espírito, principalmente quando Reencarnado, é res-ponsável pela sua própria evolução, devendo sempre buscar o Autoaprimoramento e o Autoburilamento necessários. |
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