Alegação Justa

O Orientador Espiritual, de palestra com alguns amigos, enunciava expressivas considerações:

– Como vocês todos sabem, alegou, justiceiro, os companheiros encarnados, desde tempos imemoriais, vêm à nossa esfera, à procura de modelos para as atividades na Crosta do Mundo.

A massa preguiçosa, exclusivamente interessada no câmbio das emoções físicas, jamais se moveu nesse sentido, porque recebe sem discutir as medidas que lhe são impostas. Todavia, os homens ativos e inteligentes, sempre que podem, largam envoltórios pesados e reclamam-nos a colaboração. Estudam-nos os serviços, quanto lhes é possível e examinam-nos os institutos evolutivos.  

Aliás, possuímos instruções especiais para facilitar-lhes semelhante acesso, tanto quanto somos autorizados a subir, mais além, buscando a inspiração de nossos Maiores.

Revelando infinita benevolência no olhar, fez longa pausa e prosseguiu:

Ministros da fé, administradores de bens públicos, cientistas e artistas, condutores do pensamento e da cultura da Humanidade encarnada, sequiosos de renovação em benefício dos contemporâneos, toda vez que se mostram à altura dos títulos de que são detentores, apressam-se em granjear-nos o concurso espiritual. Nem sempre sabem o que desejam e somos compelidos a agir com eles à moda dos  profes-sores de primeiras letras nos jardins da infância. Suportamos-lhes os impulsos intempestivos, sem dar-lhes tabefes, e determinamos horas adequadas para as lições.

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