I – Introdução
O Mentor e Dirigente Espiritual da Corrente da Avalanche Egípcia, Mestre Zanartiel, faz a previsão de que através das Pirâmides de Gizé serão liberadas as Energias do tipo Balsâmicas, de natureza Etérica, para a que a Humanidade possa ser recuperada e limpa, das suas atuais dívidas cármicas que porventura possam ainda existir, até que a Transição Planetária se efetive totalmente.
Esta Mensagem foi canalizada em 16.03.2020 e está mostrada na Fig.6a.
II – As Pirâmides de Gizé
As Pirâmides de Gizé consistem de um conjunto de três Pirâmides denominadas de:
- Uma Grande Pirâmide denominada de a Grande Pirâmide, conhecida também como a Pirâmide de Quéops ou Khufu → a Grande Pirâmide está perfeitamente alinhado com os polos norte, sul, leste e oeste;
- Uma Pirâmide de tamanho médio conhecida como Pirâmide de Quéfren ou Chephren, a algumas centenas de metros a sul-oeste;
- Uma Pirâmide de tamanho menor conhecida como Pirâmide de Miquerinos ou Menkaure, a algumas centenas de metros mais ao sul-oeste.
A Grande Esfinge encontra-se no lado leste do complexo. O consenso atual entre os Egiptólogos é que a cabeça da esfinge é a de Quéfren.
Junto com estes monumentos mais importantes estão uma série de edifícios menores, conhecidos como as “Pirâmides das Rainhas”.
As Fig.1a até Fig.1d ilustram os detalhes comentados acima.
III – A Teoria dos Portais Estelares
III.1 – A Teoria de Bauval e Hangcook
A Fig.2a ilustra o corte da Pirâmide de Quéops, ilustrando os túneis das faces Sul e Norte, os quais de acordo com a Fig.2b apontam para várias Constelações como Sírius, Órion, Dracon e Ursa Menor.
As Fig.2c, Fig.2d e Fig.2e mostram a superposição destas três Pirâmides com as Estrelas da Constelação de Órion, conhecidas como as Três Marias, que são Alnitak, Alnilan e Mintaka, como indicado na Fig.2f.
As demais figuras indicam as Constelações de Ursa Menor, Sírius e Draco.
No início de 1990, Bauval e Hangcook perceberam que as Pirâmides de Gizé se alinhavam perfeitamente com três Estrelas da Constelação de Órion (retrata a figura de um caçador), no seu cinturão, conhecida como as Três Marias, como mostradas nas Fig.2c a Fig.2f.
Bauval e Hangcook concluíram pelo fato de que a face Sul das Pirâmides, na Câmara do Rei na Fig.2b, apontar para a Constelação de Órion, que era considerada sagrada para os Egípcios, os quais acreditavam que fosse a casa do Deus Osíris, teorizaram que a abertura foi planejada para ser um Portal de modo a dirigir a Alma do Faraó para Órion, onde ele iria se tornar um Deus.
A face Sul, na Câmara da Rainha na Fig.2b, aponta como um outro Portal, para a Estrela Sirius, cuja Constelação está mostrada na Fig.4a, e que era sagrado para a consorte de Osíris, que era a Deusa Ísis. O Sistema Sirius é composto de três Estrelas que são Sirius A, Sirius B e Sirius C, as quais correspondem, cada, a uma Divindade: Isis, Nephtis e Sathis.
A Grande Pirâmide é um Templo dedicado a Isis e relacionadas com Sirius A. Nos relevos que ainda mantêm as pinturas das Deusas Isis e Nephtis, existem um vestido branco e um vestido amarelo, que representam as duas Estrelas, A e B. Sirius A é um gigante de cor branca azulada e a Grande Pirâmide foi originariamente coberta com blocos de pedra calcária polida (cor branca).
Sirius C, definida como uma estrela anã vermelha, corresponde a Pirâmide de Miquerinos, a qual é a menor e foi coberta originariamente com a cor “Ocre Vermelho”.

(a)

(b)


(c)


(d)
Fig.1 – As Pirâmides de Gizé

(a)

(b)

(c)

(d)

(e)

(f)

(g)

(h)

(i)
Fig.2 – As Pirâmides de Gizé e as Constelações Correlacionadas
Bauval e Hangcook afirmam que os Antigos Egípcios construíram suas Pirâmides de acordo com um esquema para refletir a imagem do Céu no Egito cumprindo, assim, a crença de que o “Egito” foi feito para ser “A Imagem do Céu refletida na Terra”.
Bauval e Hancock usaram o Software SkyGlobe para calcular, por meio do Fenômeno da Precessão, a data em que as Pirâmides foram construídas, baseadas no Critério da Superposição das Pirâmides com as Estrelas de Órion. Concluiram que esta Superposição ocorreu por volta de 10.500 AC, como mostrados nas Fig.3a,b,c.

(a)


(b)

(c)
Fig.3 – A superposição das três Pirâmides com o Cinturão de Órion em 10.500 AC
III.2 – O Portal 13:13 de Sírius
Um Portal abre a entrada para uma Região de Trevas e Sofrimentos de vários tipos para os Espíritos endividados. Um Portal de 3000 AC, significa que os Espíritos estão em Trevas e Sofrimentos desde 3000 anos antes de Jesus, até serem resgatados por exemplo em 2020 DC. Portanto ficaram em sofrimentos e dores por 5020 anos em dos Umbrais inferiores.
Quando um novo Portal se abre, para um novo ciclo evolutivo da Terra, significa que todos os outros Portais anteriores serão eliminados, gradativamente, juntamente com todas as suas respectivas Zonas Umbralinas.
O Portal 13:13 liga os Portais dos Umbrais dos Mundos de Sírius, cuja Constelação é mostrada na Fig.4a, aos Portais dos Umbrais da Terra. O Comando Siriano administra o Portal 13:13, no qual o Mestre Zanartiel também possui o comando de abri-lo e fecha-lo.
Este Portal tem o logotipo de uma Pirâmide, como mostrado na Fig.4b, para os processos de canalização de Energia via uma Mandala. Sírius está localizado na constelação do Cão Maior e por isso é conhecida como a “Estrela do Cão”. É mais de vinte vezes mais brilhante que o Sol e é duas vezes mais massiva.
À noite, Sirius é a estrela mais brilhante no céu e seu brilho branco azulado nunca deixou de surpreender os admiradores de estrelas desde a aurora dos tempos.
No Antigo Egito, Sírius era considerada a estrela mais importante no céu. Na verdade, era astronômicamente a fundação dos Egípcios em todo o Sistema Religioso. Foi reverenciado como Sothis e foi associada com Ísis, a Deusa Mãe da Mitologia Egípcia.
Vários Investigadores Ocultistas, contrários às ideias de Bauval e Hangcook, têm alegado que a Grande Pirâmide de Gizé foi construída em perfeito em alinhamento com as Estrelas, em especial Sirius. A luz dessas Estrelas eram utilizadas em cerimônias dos Mistérios Egípcios.

(a)

(b)
Fig.4 – A Constelação de Sírius (a) A Simbologia para o Portal 13:13 (b)
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