São Francisco de Assis – Parte III

Compilação baseada, de modo resumido no Cap. – Começa a Luta, Livro: São Francisco de Assis- Miramez e João Nunes Maia, Editora Espírita Cristã Fonte Viva, 1985.

Tema Principal – Os Apóstolos

I – Introdução

O Espírito de João Evangelista, reencarnou na cidade de Assis, Itália, no Século 12, para reformular, pelo exemplo e dedicação ao Evangelho do Divino Mestre Jesus, a Igreja Católica Romana que se encontrava nas Trevas e afastada do povo, não somente pelos exemplos negativos, abusos e deturpações de todos os tipos por parte da maioria de seus Sacerdotes em seus diferentes níveis, como também pelas Cruzadas e pelo começo da Inquisição.

João Evangelhista reencarnou como São Francisco de Assis, sendo este último também conhecido como o Povorello.

II – A Cidade Espiritual denominada de “A Cruzada”

“Então vi descer do Céu um Anjo, tinha na mão a chave do Abismo e uma grande corrente. Ele segurou o Dragão, a antiga serpente, que é o “Diabo, o Satanás”, e o prendeu por mil anos. ” Apocalipse, 20:1 e 2 → “Satanás” representa uma Legião de Espíritos Trevosos e arraigados no Mal.

João Evangelista, o grande Vidente de Patmos, regredindo no tempo, teve a visão dos acontecimentos ocorridos no Mundo Espiritual, antes mesmo que ele nascesse, pois, para que o Cristo descesse à Terra, era necessário que os Engenheiros Siderais limpassem a atmosfera do planeta, para que os atentados contra a Boa Nova do Reino de Deus não viessem a gerar alterações.

Uma Falange de Anjos assomou à Terra, tirando dela “dois bilhões de Espíritos inferiores”, cuja animalização atingia até as raias do impossível. Foram transportados para uma Colônia Espiritual denominada de “A Cruzada”.

Assim a chamavam porque sua planta era em forma de cruz, que se quebrava nas suas quatro hastes, sendo que, em cada uma delas foi criado um Reino, cada qual comandado por um Príncipe e um Imediato.

Eles mesmos se organizaram, por haver no meio daquela multidão “Seres de Alta Envergadura Intelectual, Grandes Magos, Desenhistas Habilidosos, Artistas consagrados, …..”. Não faltavam, na grande Metrópole das Sombras, Especialistas em todas as Áreas do Conhecimento. Esses Espíritos não foram cambiados para essa região de uma só vez; foram divididos em muitas levas, para maior segurança do trabalho. A Cidade das Trevas foi edificada na linha do Equador, para que o Sol cooperasse com eles, desintegrando parte dos seus pensamentos inferiores e para que, de certo modo, os maltratasse, pelo calor abrasador dos seus raios diretos, em fusão com as suas próprias vibrações.

A Egrégora (vide Nota 1) formada por essas Almas servia de filtros para os raios Cósmicos, de modo a não lesar nem lhes crestar a Estrutura Espiritual, abrindo-a em chagas, principalmente a daqueles que trabalhavam em serviços mais grosseiros. A Escravidão, ali, era bem pior do que todas as conhecidas na Terra. Assim o “Satanás” descrito por João Evangelista, evidencia-se como o Símbolo desta Falange de dois bilhões de Espíritos Trevosos.

Relativamente a esses “Espíritos Expatriados da Terra”, conheciam o motivo de sua estadia ali, e alimentavam o ódio e o prazer da vingança. Quando pudessem sair da prisão milenar, a ideia era voltar à Terra e incendiá-la pois tinham exércitos bem adestrados, esperando o dia de transformá-los em cinzas.

Os Engenheiros Siderais planejaram com habilidade indescritível a Planta de um local que pudesse alojar esses Seres, acumulando material adequado para que eles mesmos o edificassem, sem notarem que estavam sendo ajudados. Correntes de fluidos de certa estrutura cruzavam os espaços em altas voltagens, carregando segredos que os habitantes não poderiam descobrir, para não anularem os curtos-circuitos lesivos, provocados ao contato com a forma Perispiritual. Nas tentativas de evasão verificadas, constatou-se, pelas graves consequências para os fugitivos, que isso não compensaria.

Os habitantes de “A Cruzada” esperavam, no passar dos séculos, o cumprimento da Profecia de que, após “Mil Anos”, seriam soltos. Não desconheciam eles o futuro que lhes estava reservado e para isso se encontravam naquele preparo coletivo, assim como a Terra estava sendo preparada para suportar-lhes a maléfica ação.

Deus, em sua Misericórdia, se serviria deles em benefício deles mesmos, em algumas etapas educativas, pois que, como Filhos do Todo Poderoso, não se encontravam perdidos e condenados eternamente. O Tempo e a Dor os fariam amadurecer sob o calor das provações. A Terra seria, por muitas vezes, berço para essas Almas, no sentido de torná-las boas e mansas, a fim de obterem ingresso no grande rebanho de Jesus Cristo.

O solo da cidade era de matéria viscosa, o que lhes dificultava os movimentos, porém, com o passar do tempo, desenvolveram, como sói acontecer na Terra, recursos e, com a manipulação de elementos, solidificaram as ruas e deram uma expressão mais confortável às mesmas. A pouca água de que dispunham tinha em sua composição substâncias eletroquímicas, que os mantinham alimentados, renovando-lhes as energias. Os vícios ali desenvolvidos foram incontáveis. A falta de Pudor, sem limites. O sexo em desalinho tomava proporções assustadoras, envolvendo todos os habitantes; a sofisticação da brutalidade e da prepotência era a condição maior dos Dragões (vide Anexo I) que tinham nas mãos o domínio e o comando daqueles Espíritos. Movidos por reminiscências que traziam da Terra, criavam ações idênticas; por vezes festejavam inventos em praça pública, esbravejando o nome do Rei dos Reis, desdenhavam o Mundo dos Homens, alegando faltar nestes a inteligência que lhes sobrava, afirmando que a meta era a liberdade, com a saída daquela “Jaula Astral”. Ali permaneceram verdadeiramente por mil anos.

Depois, eles mesmos, para que se cumprissem as Profecias, descobriram meios de escapulir pelo cinturão energético que os mantinham presos, começavam a perder os sentidos na fuga, a fim de serem levados para Colônias apropriadas e de lá preparadas para novas Reencarnações no Plano Físico.

Colocar-nos-emos diante das Profecias do Apocalipse, revivendo o que o Profeta e Evangelista disse, ouvindo do Mundo Espiritual e vendo os acontecimentos, tanto do passado quanto do grande futuro. A vista disso, acrescentaremos algo mais para que a realidade possa se apresentar e para que possamos sentir o drama que se passou na Idade Média, estendendo-se até quase o descobrimento do Brasil.

Para que analisemos melhor as Profecias, eis o que diz o Apocalipse, Capítulo Vinte, Versículos Sete e Oito:

  • Depois das Cruzadas, explodiu a Inquisição, plano dos mesmos Espíritos já melhorados. Se alguém se sente mal quando passa a saber de alguns acontecimentos ocorridos nas masmorras das Casas Inquisitoriais, sofreria mais se soubesse alguns detalhes dos acontecimentos das Cruzadas, oito investidas envernizadas no puro ódio e na vingança.
  • “Quando, porém, se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão. E sairá a seduzir as nações que há nos quatro cantos da Terra, Gogue e Magogue, a fim de reuni-las para a peleja. O número desses é como a areia do mar” → Satanás representa uma Legião de Espíritos Trevosos e arraigados no Mal.
  • Na sequência, vejamos o fim do Versículo Três do mesmo Capítulo: “Depois disto é necessário que ele seja solto por pouco Tempo, se referindo que, depois dos Mil Anos, seria “Satanás” solto por menor espaço de tempo e, na verdade, assim aconteceu. Quando eles desencarnavam, quase todos por meios violentos, permaneciam na erraticidade por pouco tempo, pois os Agentes da Luz os traziam imediatamente para novas “Prisões no Corpo Carnal”, acorrentavam-nos em Corpos Físicos de todos os tipos, em todas as Nações do Mundo-Escola Educativa da Dor, onde se investiam uns contra os outros e de onde saíam a seduzir todas as Nações da Terra, estimulando guerras, ateando fogo onde conquistassem ou perdessem as batalhas, gerando a peste e a fome.
  • Deste modo se nota a enorme Justiça de Deus, a Bondade imensurável do Criador, organizando esse trabalho indescritível para Educar essas Almas desviadas da Paz e do Bem, na sua feição de Amor, pois esse é o roteiro, pelo qual não se poderá um til que seja, em todos os fatos, nas Nações e reações de todos os Seres.

III – As Cruzadas

Cruzadas foram uma série de guerras religiosas iniciadas, apoiadas e, às vezes, dirigidas pela Igreja Cristã Romana no período medieval. As mais conhecidas dessas expedições militares são aquelas realizadas na Terra Santa entre 1095 e 1291, que tinham o objetivo de reconquistar Jerusalém e seus arredores do domínio Muçulmano, depois que a região foi invadida pelo Califado Ortodoxo séculos antes. Começando com a Primeira Cruzada, que resultou na conquista de Jerusalém em 1099, dezenas de campanhas militares foram organizadas, fornecendo um ponto focal da história europeia por séculos. As Cruzadas declinaram rapidamente após o século XV.

Em 1095, após um pedido de ajuda bizantino, o Papa Urbano II proclamou a primeira expedição no Concílio de Clermont-Ferrand, na França. Ele encorajou o apoio militar ao Imperador Bizantino Aleixo I Comneno e convocou uma peregrinação armada a Jerusalém. Em todos os estratos sociais da Europa Ocidental, houve uma resposta entusiasmada. Os participantes vieram de toda a Europa e tinham motivações variadas.

Isso incluía salvação religiosa, satisfação de obrigações feudais, oportunidades de vantagem econômica ou política. Expedições posteriores foram conduzidas por exércitos geralmente mais organizados, às vezes liderados por um Rei. Todos receberam Indulgências Papais. Os sucessos iniciais estabeleceram quatro Estados Cruzados: o Condado de Edessa; o Principado de Antioquia; o Reino de Jerusalém e o Condado de Trípoli.

A presença europeia permaneceu na região de alguma forma até a queda de Acre em 1291. Depois disso, nenhuma outra grande campanha militar foi organizada.

Sob o pretexto de preservar o túmulo do Cristo, os Cruzados sob o beneplácito da Igreja Católica, invadiam e conquistavam, provocando carnificinas. Sob a justificativa de que Deus ordenava e de que o Cristo surgia os incentivando às lutas de conquista, os Fanáticos egressos da Grande Cidade Negra reuniam-se em exércitos. É certo que nem todos aderiram quando se encontraram na Carne, mas, em compensação, dos que não estavam presos, Almas já melhoradas em comparação com os Cruzados do Astral Inferior, muitos a eles se uniram por junção magnética, por hipnotização ou por afinidade com os sentimentos inferiores do Alto Comando das Trevas.

Hitler, um dos últimos príncipes que ajudaram a governar a grande cidade nos céus do Equador, foi uma das “Feras” enjauladas por mil anos que, ao assumir o controle do Estado Germânico, tinha uma tarefa odienta com a sua consciência e os seus comandados preguiçosos, reencarnados como Judeus, objetivando eliminar toda a Raça.

Entretanto, pôde somente atingir àqueles que, na Contabilidade Divina tinham registradas dívidas remontadas.

Ele, prepotente em demasia e os outros, “Auto-Hipnotizados”, dizendo-se seres superiores, ainda desconheciam que eram a escória do mundo que os milênios e a dor iriam transmutar em pedras preciosas, pois todo o joio toma-se trigo, pela força do progresso. Os comandados do Füehrer eram em torno de “quinhentos milhões” que se dividiam entre os dois planos da existência, lutando e ouvindo a antiga Voz do Pastor Negro, e obedecendo à risca o Comando, sem darem valor à própria vida. E ele, como símbolo, traz a grande cruz aberta nas hastes, planta da cidade das sombras, chamada A Cruzada, cuja quarta parte comandara com rigidez e orgulho, nunca saindo do poder durante todo o tempo, a não ser para voltar à Terra, com a grande pretensão de dominá-la, de colocar os pés no globo e dizer: “Esta é a minha casa”, ou então, transformá-la em pó. E se envaidece com a cruz suástica. Ao olhá-la, pareciam aumentar-lhe o poder e a coragem. Falanges e mais falanges de Espíritos Trevosos estavam sob suas ordens, pois logo se afinizaram com o seu modo de ser. Desta forma, teve início a guerra de 1939 a 1945, com suas calamitosas consequências…

Uma Mancha Negra acumulava-se na Europa, com tendência a estender-se no mundo inteiro, apoiada e estimulada por alguns Príncipes da Igreja, que, embora chamada do Cristo, d’Ele se distanciava. Na condição de Sacerdotes, oriundos das Trevas, vieram reunir seu rebanho para incendiar o mundo de atrocidades, banhá-lo com sangue e fazer com que os corações se esquecessem do Amor. Enganaram-se eles nas suas pretensões, pois serviram de instrumentos de corrigenda para os seus próprios companheiros.

Aqui nos referimos às Cruzadas e, principalmente, àquelas em que sucumbiram mais de “quatrocentas mil crianças”, Espíritos esses que, mesmos em corpos de inocentes, eram velhos devedores perante as Leis Divinas e que, levados pelas Trevas, foram passados a fio de espada. Essas Almas eram todas procedentes do Astral Inferior, unidas umas às outras pela força dos sentimentos. Quando ouviram a Voz do Chefe para a luta, largaram, como num ato de Fé, irmãos, amigos e pátria, com a ilusória sentença de vários Hipnotizadores das Trevas, na “influenciação coletiva”, que diziam: O Cristo, meus filhos, em forma do Menino Jesus, está na frente. Vamos! E mais nada perguntem, que vamos libertar a Terra Santa onde pisaram os Profetas de Deus e que o Cristo abençoou. Levas de crianças de todas as idades acompanharam vários Psicopatas Vampiros, cujo prazer era ver e sentir o cheiro de sangue. Caíram nas armadilhas dos lobos os que, por Lei dos Afins, não deixavam de ser lobos também. Era a própria Lei educando os Refratários e fazendo com que despertasse, pelo guante da dor, o Cristo interno nos seus corações.

As Cruzadas eram comandadas por Homens maldosos e sem nenhum escrúpulo, isentos de todo e qualquer sentimento de Fraternidade. Os Grandes Missionários, dos quais Francisco de Assis era o mais lúcido, contrabalançavam o Mundo Doutrinário, não deixando desaparecer a Fé em Deus e os Exércitos Espirituais em busca dos sentimentos altruísticos. Os “Grandes Místicos” são como alto-falantes ligados no amplificador divino, em cujos microfones fala o Cristo, em nome de Deus, procurando despertar nos Homens de Boa Vontade, a Esperança.

Foram as Cruzadas o embalo execrável das Trevas, como advento da Inquisição, e João Evangelista, como vigilante da Espiritualidade Maior, regressou como Francisco de Assis, com a missão sagrada de aliviar, por misericórdia, o fardo pesado que estava sendo imposto pelas Cruzadas aos ombros dos Homens.

A sabedoria do Pai Celestial curava a obstinação das Almas envenenadas na Vingança e no Ódio, usando Espíritos da mesma faixa evolutiva, dos mesmos sentimentos em decadência e, pelos impactos, ambos despertaram com o tempo, pela Terapia Milagrosa da Dor. O espaço é usado como medicamento na garantia da verdade de que ninguém se perde, porque todos somos filhos de Deus, com os mesmos direitos e deveres compatíveis.

O que chamamos de Mal é, no fundo, um Bem a nascer.

IV – A Inquisição

Um nefasto Sacerdote Católico, ligado as entidades Malignas e Trevosas de nome de Torquemada, surge na história da Espanha, patrocinado pelas Cruzadas do Astral Inferior, compactuado com milhares de outros da sua estirpe, para dar sequência às Cruzadas na Terra. Foi ele um curto-circuito nos fios da vida, principalmente dos espanhóis. O sangue, para ele, era como um bom vinho na hora da ceia ou nos festejos das suas crueldades.

Era insensível aos apelos de mães e filhos, parentes e amigos dos condenados, e até mesmo de Reis, que tremiam ante o seu poder. A crueldade petrificou-se nesse Ser de modo indescritível. No ano de 1420, abre os olhos nas terras de Espanha esse Agente das Trevas, para presidir aos Tribunais das Sombras (Inqusição/ Santo Ofício) e julgar os hereges, que eram os seus próprios companheiros da antiga cidade A Cruzada.

No Tribunal da Inquisição, os homens de poder que faziam prevalecer as Bulas Papais, e os hereges eram Almas vinculadas ao mesmo carma coletivo, vivendo o mesmo drama consciencial e sujeitos às mesmas dores. Quem pode afirmar que o carrasco não venha a sofrer as mesmas agonias dos condenados? Elas podem até ser bem piores.

O ódio, a vingança e a crueldade enchem o cálice da mente, que transborda na consciência e o líquido corrosivo queima as fibras mais íntimas da Alma, tornando-a sensível ao apelo da vítima.

O arrependimento corta-lhe a satisfação externa que, por ignorância, se esforçou para ter, e borda, na feição desse Espírito, o emblema da sua própria inferioridade, forma animalesca que se afiniza com os seus sentimentos mais sensíveis.

Se a Idade Média, pelas suas grandes rebeldias, escureceu os Céus da Terra, não faltaram fulgurantes estrelas que brilharam entremeio às nuvens negras, desfazendo-as pela força do tempo. Acham alguns que há demora do plantio da luz, por desconhecerem que os fatores tempo e espaço são muito relativos na esteira interminável da eternidade. Com as palavras do Evangelho, no simbolismo que lhe é peculiar, assim o podemos definir: “Mil anos na Terra, é como um só dia no céu.” (Pedro 2, 3:8)

IV.1 – A Inquisição em Portugal

A “Santa Inquisição” invadira as terras lusas em 1536, cobrindo-as de luto, disseminando o vento da hipocrisia, matando e destruindo famílias, sem que estas, pelo menos, tivessem o direito de se defender. Quem denunciasse qualquer movimento suspeito aos Tribunais, obtinha grande recompensa, e ainda mais, tinha absolvidos todos os seus pecados, mesmo que fossem os “mortais”.

Portugal era atacada pelos agentes das Cruzadas, agora vestindo a sotaina negra da Inquisição. Eram os mesmos Espíritos da Colônia Cruzada retomando à Terra, para novos planos de educação. Uma cruz coletiva era o emblema do povo lusitano e Portugal recebia, por misericórdia, falanges e mais falanges de Judeus e Sírios, e, certamente, muitos grupos de todo o Oriente, como sendo a escória da sociedade, para novas etapas de soerguimento, através da perseguição pelos Tribunais Inquisitoriais, nas pessoas de crianças, velhos indefesos e mulheres.

O destino fez com que fossem perseguidos sem complacência pelos Homens que se Auto-Intitulavam Santos Inquisidores. Na verdade, não havia injustiça, pois tanto perseguidos como perseguidores eram do mesmo naipe, pertencendo aos mesmos assalariados de “Passados Tenebrosos” em várias eras. De tempos em tempos os inquisidores desencarnavam e voltavam à carne novamente, para serem perseguidos e, com o mesmo ferro que feriram fossem feridos, pois esta é a Lei, que não perde nem um til.

Torquemada, o tentáculo negro do Santo Ofício, estende sua nefasta influência também a Portugal, e cria Tribunais nas mais eminentes cidades da nação. E os Reis, temendo o ódio do Clero, mancomunaram-se com ele, favorecendo a ação dos Sacerdotes da Igreja Católica. Em todos os Departamentos do Estado era feito levantamento completo, cadastrando todos os filhos da Nação, para saber onde se escondiam os Hereges, as pessoas de ideologias diferentes da que apresentava a Religião Oficial. Todas as fichas eram estudadas pelos Tribunais da Inquisição; os julgamentos eram independentes dos Tribunais do Governo, que ajudava em algumas informações.

Quase trinta mil pessoas foram queimadas em fogueiras; mulheres, torturadas em praça pública ou mortas nos porões infectos, outros, enforcados, a maior parte, refugiada e inúmeros que se achavam soltos, nada mais poderiam fazer na vida, pois lhes faltavam os órgãos mais indispensáveis.

Tanto na Espanha, quanto em Portugal, as orelhas e línguas cortadas diariamente enchiam balaios e eram atirados aos cães, já viciados nesse alimento incomum.

IV.2 – A Inquisição no Brasil

Essa grande Nação, marcada pelo Cruzeiro do Sul, simbolizando a redenção de um povo na sua feição de sensibilidade Cristã, ouvirá o grito do Rei dos Reis em seu berço esplêndido, como argumenta seu hino, para explodir em luzes na hora decisiva do concerto das nações. Categorizada pelo Cristo para ser a remanescente das nações e como a primeira em dar exemplo de fraternidade, abrirá seus vigorosos braços para acolher pessoas de todas as procedências, pois será a mãe e o pai a abrirem as portas para os “Filhos Pródigos”.

A derradeira catástrofe de feição coletiva através de mudança de clima, de deslocamento das águas e de reforma dos homens respeitará, de certa forma, este país que nada tem a ver com as dívidas do velho mundo e que servirá de Hospital para recolher aqueles enfermos que poderão se recuperar, pela altura de suas aspirações, pelo amadurecimento de suas qualidades.

O Brasil vai amparar os que sobrarem das contorções geológicas, do difícil parto da Terra, do qual nascerá um Sol que dissipará todas as Trevas. O Brasil vai refletir a sua Luz em todo o Globo, porque aos outros deve todas as experiências que acumulou através dos séculos. Francisco de Assis e os seus colaboradores trabalham ativamente nos céus do Brasil, para que este cumpra o seu dever. Recorda o que o Mestre disse a João no Seu apostolado:

Importa que você fique até que eu volte. O Cristo voltará para liberar as consciências ativamente preparadas para herdar o reino da Terra e viverem na plenitude do Amor.

V – Após a Transição Planetária

Estamos para chegar ao fechamento de um ciclo espiritual, onde se processará uma seleção rigorosa de Almas, pela Lei de Justiça, senão de Amor, para que o Amor puro se converta em felicidade para os Homens, que souberam viver e amar a Deus sobre todas as coisas, e ao Próximo como a “Si Mesmo”.

Há, na pátria brasileira, regiões já em preparo, sem que os próprios dirigentes saibam da sua verdadeira finalidade. Essa vastidão de terras desabitadas recolherá, mercê de Deus, os desprovidos de pátrias, remanescentes da revolução geológica e dos impositivos cármicos.

O medo será o combustível para que eles se refugiem neste grande lar, que eles ajudarão a elevar no esplendor do concerto das nações. As suas experiências se confundirão com as já catalogadas na consciência deste povo ordeiro e benevolente.

As convulsões geológicas, as eclosões atômicas de águas e a transferência em massa dos homens, tudo, em comparação com a grandeza de Deus, é menor do que o despejar de um copo d’água sobre um mar. Se pudesses observar, com nossa ótica, bilhões de vidas em plena batalha num pingo d’água………. São processos evolutivos que obedecem a determinadas Leis Universais, feitas pela Inteligência Maior, Soberana do Universo.

Brasil, és tu o esplendor de todas as esperanças! Que Deus te abençoe hoje e eternamente! Confiemos, que ninguém se perderá no grande rebanho entregue ao Cristo. Ele está no leme dos nossos destinos.

Segundo Pai Domingos de Angola, da Corrente da Avalanche Egípcia, em Mensagem de fevereiro de 2025, após todos estes acontecimentos restarão poucos Homens para o início de uma Nova Civilização do Planeta Terra (vide Anexo II sobre as Previsões sobre o futuro da Terra feitas pelos Antigos Profetas Hebreus).

VI – O Planejamento no Mundo Espiritual para a vinda de São Francisco de Assis

Foram escolhidos e testados duzentos Discípulos para a grande tarefa de difícil cumprimento, pois a renúncia, o desprendimento, a humildade e o amor seriam a tônica de todo o seu ideal. As demais virtudes a serem cultivadas eram sequência ou evolução da própria base.

Serviam-lhes de Templo naquela estância, quatro árvores gigantescas, cujas folhas brincavam aos sopros brandos dos ventos. Seus galhos estalavam uns nos outros, pelo reino a que pertenciam, como que a aclamar e louvar com palmas vegetais a presença de tantos Anjos em conjunto, traçando planos, os mais difíceis, para que a Terra pudesse ter mais paz e conhecer mais de perto o Amor. As estrelas eram como olhos de Deus iluminando o infinito, em seguro testemunho dos compromissos daquela pequena constelação espiritual, firmando no céu as palavras que deveriam ser ditas na Terra.

Aquelas duzentas estrelas que giravam em tomo de um Sol deveriam descer às sombras do planeta, pela força do Amor… E o verbo, de fácil fluência dos lábios de João Evangelista, se fez ouvir:

– Filhos do meu coração, que a paz de Jesus Cristo reine em nossos espíritos em nome de Deus, nosso Pai Celestial. E de alta valia o fato de termos aportado nesta Estância do Senhor para esta reunião que constitui para nós outros uma festa, na qual firmamos compromissos com a Lei que nos garante a própria vida. Já estamos mais ou menos conscientes dos nossos deveres; o que nos resta é testar a nossa coragem, examinar nossa estrutura espiritual, rebuscar o nosso passado, e ver se aguentamos a “Cruz” que devemos carregar no “Calvário da Carne”. Vamos todos fazer uma curta viagem ao solo terreno, pertencer, por algum tempo, ao mundo que nos parece um cárcere, mas que no fundo é uma bênção de Deus em nosso favor. Tudo depende da disposição de cada um, pois seremos injuriados, maltratados, esquecidos, lapidados, encarcerados, enviados a guerras. Experimentaremos a fome, a sede, a nudez, e, em muitos casos, a vergonha, pois a mensagem que levamos para os homens é tão elevada, que, os que estão posicionados mais abaixo, investirão contra nós;

– Filhos meus, já é do conhecimento de todos que vamos lutar contra Feras Humanas e com Espíritos bestializados, Almas endurecidas que irão nos atacar de maneira inteligente. Cuidemos, pois, de renunciar às facilidades no meio delas, pois nelas se escondem as víboras que nos picarão com veneno perigoso. O Mundo ainda é o seu Reino e, se lá vivem, é certo que as suas experiências no Mal são grandes. Compete a nós outros nos lembrar novamente de Jesus quando proclama, firmado no Evangelho:

Vigiai e orai, para que não entreis em tentação. O Espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca. (Mateus, 26:41)

– A nossa tarefa será no seio da Igreja Católica Apostólica Romana, que merece o nosso maior respeito, pelo que fez em favor da herança do Cristo para a humanidade. No entanto, agora carece ela de ajuda maior para que todo esse seu esforço não se perca nas tempestades das iniquidades.

Não somos salvadores de ninguém, é justo que salientemos este aviso, todavia, vamos levar um recado do Cristo ao povo escolhido, no resguardo do Evangelho, para que não se exponham muito à dureza dos corações, e não se prendam em demasia à força do ouro, nem dispendam muita atenção à prepotência, pois o mando, em muitos casos, coleciona infortúnios;

– A Missão exige essa renúncia que abrange totalmente a vida nos campos da Terra:

“Renunciar à família, renunciar ao ouro, renunciar ao mando, renunciar ao luxo, renunciar aos banquetes e, ainda mais, combater insistentemente dentro de nós, a vaidade, a mentira, o egoísmo, o orgulho. Toma-se necessário dispensar os convites fáceis, não perder um segundo que seja na inércia e não deixar que as mãos descansem enquanto a mente estiver ativa.”

Nossas ideias serão repelidas, refutadas pelos irmãos de crença, pois em tomo de nós se reunirão milhares, procurando refúgio, achando que a Comunidade que haveremos de organizar é um covil de malandros, de refugiados do trabalho. Os de dentro de casa serão os mais difíceis de serem convencidos. Porém, teremos ao lado destes, outros que nos trarão grandes alegrias, que não fazem parte conosco deste colégio, mas que estão prestes a saldarem as dívidas mais pesadas com o mundo da consciência. Como é bom servirmos de instrumentos para esta comversação de almas maduras, de espíritos decididos ao trabalho de Jesus Cristo;

– Vamos encontrar nas batalhas terrenas, os Homens cuja convivência não suportaríamos, se não fosse a Fé, dada a sua prepotência e crueldade, pois sentem desprezo pelos simples e humildes e consideram escravos os que nada possuem. Para falarmos a eles, será necessário ter muita Fé, muita Humildade e, acima de tudo, o Perdão vibrando como o Sol em nossos corações. Em nosso caso, quem não perdoar, nada realizará. Seremos considerados por eles desocupados, maltrapilhos, fora da lei; criarão uma tortura mental para nós outros, porque, em matéria de maledicência, eles são versáteis e na crítica, hábeis mestres. Vigiemos, para que não entremos em comunhão com eles. Por sermos considerados indignos de atuar junto à juventude, como escola de aprisionamento de consciências, que usa a Magia Negra para fazer Prodígios, seremos jogados contra as famílias;

– As Cruzadas são o nosso outro alvo, e delas nascerá a Inquisição, como planta daninha a intercruzar os campos do mundo. A ação destes Espíritos Malfeitores vai além do que podeis imaginar. Eles irão se organizar de forma espetacular; no entanto, a Luz já é organizada para qualquer emergência. Deus é Onipotente, mas usa as nossas possibilidades para disseminar a Sabedoria, a Paz e o Amor;

– A missão dos “Duzentos” não é outra, senão à que se refere o Cristo: Lutar com lobos nos caminhos da Terra. Sereis devorados pelo ódio, estraçalhados pela vingança, amordaçados pela usura; mas nunca vos esqueçais da Fé e do Amor, nestas horas, que sereis libertados pela Luz. Confiemos e prossigamos, que estaremos com Cristo, e Cristo conosco;

VII – A Oração de João Evangelista

Grande Luz de todas as esperanças!…

Eis que estamos partindo como cordeiros para o sacrifício, sem julgar os que porventura nos ofenderem, que por acaso nos venham a maltratar, ou que, por ignorância, nos expulsarem da vida física.

Permiti-nos entendê-los na maneira como vivem no mundo, pois a natureza não dá saltos, nem o destino faz curvas, e eles, os homens do mundo, precisam de “Tempo” para Vos entenderem e nós temos “Tempo” para perdoá-los. Se eles atentarem para a destruição, é justo que possamos ensiná-los a reconstruir, por amor a Deus e às coisas sagradas, ao Cristo e aos semelhantes.

Deus de infinita Sabedoria!…

Chega o momento de partirmos para os campos de batalha. Cada um rumando por um caminho, cada qual com uma missão diferente em aspecto, porém, todas iguais em unidade. Não permitais que fraquejemos, nem que se esgotem as nossas energias nas lutas.

Os Homens na Terra se dividem em Ideologias diferentes. As Religiões estão deixando escapar a essência da Verdade e a Moral Evangélica toma destino ignorado. A honra desaparece com a posição assumida pelo ouro e pelo mando.

Pedimos, Jesus, que nos ajudeis nesta partida, neste adeus temporário, mas difícil de ser suportado em paz.

Queremos ser dignos do Vosso Amor e da Vossa visita misericordiosa, quando no fardo biológico.

Mandai, neste momento, os Vossos Anjos para abençoar os que partimos, infundindo-nos esperanças, para que possamos voltar com a palma da vitória.

Jesus, fazei com que a nossa súplica chegue até os ouvidos de Vossa Excelsa Mãe, e que a Corte Espiritual que ela comanda nos abençoe e nos olhe sempre.

Revigorai as nossas forças, e ajudai-nos, Senhor, na arte de amar a Deus sobre todas as coisas e ao Próximo como a Nós mesmos.

Que a Vossa paz seja a nossa paz.

VIII – Resumo sobre a Igreja na Época das Cruzadas e da Inquisição

  • Para a descida de Jesus, de Maria de Nazaré e dos Apóstolos, ao planeta Terra, foi necessário a retirada de dois bilhões de Espíritos recalcitrantes no mal, cujas raias de animalização atingia os limites do inimaginável;
  • Estes irmãos atrasados foram reunidos em uma Colônia Espiritual denominada de Cruzada devido ao formato em forma de Cruz. Estes mesmos Espíritos encarnados na Terra, dominaram elevados postos na Igreja Católica e foram os responsáveis pelas Cruzadas, pela Inquisição e pelos Tribunais do Santo Oficio encarregados de punir com penas severíssimas aos considerados Hereges. Alimentavam o ódio e o prazer da vingança, e ao retornarem à Terra planejavam “incendiá-la”através de maldades de vários tipos. Pelas profecias do Evangelista, seriam soltos por mil anos;
  • Deus não coloca Anjos para castigar e sim utiliza estes próprios Espíritos erráticos para se auto- corrigirem e se auto-aperfeiçoarem, o que foi feito pelas Cruzadas e pela Inquisição. Ao desencarnarem, de um modo geral por meios violentos, eram trazidos imediatamente para uma nova Reencarnação Expiatórias de Dores e Sofrimentos;
  • A França de Kardec, foi o palco inicial onde as Trevas iniciaram, pelo Papa Urbano II no Concílio de Clermont-Ferrand, na França, o processo das Cruzadas. No século seguinte, estes mesmos Espíritos denegridos instituíram a Inquisição, para continuar a dominação e a gerar um banho de sangue entre os Homens;
  • O Papa Urbano II e o Frade Dominicano Torquemada são os principais nomes destes períodos de Trevas da Idade Média;
  • No Livro: Libertação, de André Luiz e Chico Xavier, FEB, 1949, é descrito o resgaste, e o início de reencarnação para futuras provas expiatórias, do Papa Gregório IX, um dos continuadores da Inquisição, que ficou comandando um verdadeiro batalhão de Espíritos trevosos nas Zonas Umbralinas por setecentos anos;
  • Francisco de Assis e Domingos de Gusmão, acompanhados de uma verdadeira Legião de Espíritos redimidos, vieram com o objetivo de combater estes Carmas Coletivos e reviver o Evangelho, pela prática aplicada ao dia a dia, em toda a sua pureza original;
  • Das Cruzadas e da Inquisição até os nossos dias atuais serão mil anos que estes tipos de Espíritos estarão atuando na Terra. Que após este tempo, os que permaneceram no erro serão transferidos para outros planetas compatíveis com os seus níveis de evolução. Contudo, para aqueles que se converteram para a senda do Bem, continuarão após a Transição Planetária na Terra, para usufruírem da paz e do amor que reinarão;
  • A Escravidão, no Brasil, foi um braço da Inquisição já bastante atenuada, para o aprendizado da humidade por pa-te dos Espíritos ainda endurecidos, principalmente no Orgulho;
  • A Terra está fechando um ciclo Espiritual, no qual será efetuado uma rigorosa seleção das Almas, inclusive com a transferência para outros planetas compatíveis com o baixo nível Espiritual da maioria dos seus Habitantes;
  • Para esta Pátria está designado um papel de Luz para as outras Nações, após a limpeza das Escórias Humanas existentes, para que o Amor seja a força motriz dos Herdeiros da Terra. No Leme destes acontecimentos para a Humanidade está o Divino Mestre Jesus, presidindo o destino de cada um.

IX – As Igrejas dos Três Primeiros Séculos na Visão de Emmanuel

  • A Igreja dos primeiros tempos do Cristianismo Primevo, ou seja, dos três primeiros séculos, não estacionava as ideias redentoras do Divino Mestre Jesus em prataria e resplendores do culto externo. Era viva, cheia de respostas e apelos;
  • Os Apóstolos eram íntimos no tratamento das Obsessões complexas. Doutrinavam não somente os Obsessores como também ao Médium Obsidiado, pelo ensino e pelo exemplo;
  • Ignorar as manifestações mediúnicas e o socorro que o Divino Mestre Jesus realizava, e que estão registradas pelos Evangelistas, é no mínimo um exemplo de total ignorância das realidades do mundo espiritual;
  • O Cristianismo Primevo sabia da existência de seres espirituais menos evoluídos, que criavam verdadeiras chagas psíquicas naqueles que lhe sofriam as suas influências. Conheciam os métodos e as exigências do trabalho de conversão e elevação que lhes cabiam realizar;
  • Porém, com o tempo, a própria Igreja criada sob o beneplácito e supervisão do Estado Romano, aliado aos Dogmas absurdos criados pelos próprios homens, transvestidos e autodenominados de Sacerdotes, geralmente da alta classe econômica e política, originários das cortes dos Reis e dos Imperadores, constituíam o Alto Clero, que não tinham nenhum compromisso com o Evangelho de Jesus e com os menos favorecidos, acabaram por abafar o serviço edificante no tratamentos e curas das Obsessões. Deve-se observar que no período da Inquisição, tanto o Médium Curador quanto o Obsidiado eram candidatos a fogueira e/ou as torturas de níveis bárbaros e desumanos;
  • As primeiras Comunidades dos Cristãos Primevos, dos três primeiros séculos principalmente, não cultivavam os serviços de socorro e atendimento sobre bases cristalizadas e inflexíveis. Agiam com ordem, hierarquia e disciplina, distribuindo os bens espirituais de acordo com a capacidade receptiva de cada membro da Comunidade Cristã.
  • Atuavam de modo ativo, e totalmente desinteressado de quaisquer tipos de ajuda ou contribuição monetária, pois todos tinham as suas obrigações diurnas para a própria sobrevivência, como Paulo, o Apóstolo dos Gentios;
  • Atualmente, tal como no passado não muito distante, as Escolas Dogmáticas continuarão a alinhar artigos de fé inoperantes e sem sentido espiritual, congelando as ideias sobre a verdadeira vida, que é a Espiritual, em absurdas afirmações;
  • O Cristianismo Primevo, de elevado senso mediúnico, também conhecia que a morte do corpo não levava o Espírito para o Jardim de Delícias Celestiais e sim que o Espirito permanecia com os mesmos vícios, paixões, virtudes e defeitos que possuíam no corpo físico.

Nota 1 – Egrégora

  • Egrégora é um conceito esotérico que representa uma força espiritual coletiva, formada a partir dos pensamentos e sentimentos de um grupo de pessoas.
  • A palavra Egrégora vem do grego egrēgoros, que significa “velar” ou “vigiar”.

Características

  • A Egrégora pode ser positiva ou negativa, dependendo das pessoas que a criam.
  • A Egrégora pode ser vista como uma entidade terrena ou mundana e espiritual ou divina.
  • A Egrégora pode ser entendida como uma expressão de consciência grupal.
  • A Egrégora pode ser vista como uma esfera de energia, emanada da mente dos indivíduos agrupados.

Exemplos

  • A Egrégora do Iluminare é a energia vinculada a um trabalho e também o grupo espiritual que o sustenta.

Nota 2 – Torquemada e a Inquisição

Tomás de Torquemada foi o primeiro Inquisidor-Geral da Inquisição Espanhola, e foi conhecido como o Grande Inquisidor. Ele foi um frade dominicano que lutou contra os judeus e muçulmanos convertidos da Espanha.

Vida de Torquemada

Nasceu em Valladolid em 1420 e morreu em Ávila em 1498

Foi confessor da Rainha Isabel, a Católica

Era sobrinho do Cardeal Juan de Torquemada

Tornou-se Frade Dominicano no Convento de São Paulo em sua cidade natal

Em 1452 foi eleito Prior do Convento de Santa Cruz, em Segóvia

A Inquisição foi estabelecida em 1478 pelos Reis Católicos, Fernando II de Aragão e Isabel I de Castela O objetivo era manter a ortodoxia católica nos seus reinos

Torquemada teve poder e influência que rivalizavam com os próprios monarcas Fernando e Isabel

O seu nome tornou-se sinónimo de fanatismo e crueldade ao serviço da Igreja

Porque a Igreja Católica mandava queimar pessoas na fogueira?

A Igreja Católica mandava queimar pessoas na fogueira durante a Santa Inquisição para punir quem discordava dos dogmas da Igreja.

A Inquisição foi um tribunal religioso da Idade Média

A Inquisição condenava pessoas que eram contra os dogmas da Igreja Católica

A tortura era usada para obter confissões dos acusados

Os métodos de tortura mais agressivos eram reservados para quem seria condenado à morte

A fogueira era o método mais famoso de aplicação da pena capital

Anexo I – Dragões e Algumas das Categorias de Espíritos Trevosos

Dragões

  • Os Dragões são os Anjos decaídos da Bíblia, que fizeram uma rebelião contra Deus em vários Sistemas Planetários da Via Láctea (mais de 45) e foram degradados para a Terra↔ Eram Espíritos, denominados por muito de Anjos, de elevado poder hierárquico, porém inferiores aos Messias↔ não aceitavam a superioridade espiritual dos Messias, pois estes se comunicam diretamente com Deus;
  • Os Dragões são definidos, no rodapé, do Cap.8 do Livro ”Libertação”, como Espíritos caídos no Mal, desde as eras primevas da Criação da Terra, e que operam em zonas inferiores da vida, personificando líderes de rebelião, ódio, vaidade e egoísmo. Simbolicamente são referenciados por Lúcifer e Satã.
  • Os Dragões já estavam na Terra antes do aparecimento dos Capelinos. É importante lembrar que foram os Capelinos, e não os Dragões, que impulsionaram o progresso na Terra em suas diferentes áreas. Os Dragões, Magos Negros, etc, querem manter a população da Terra em um nível atrasado de conheci-mento espiritual, de modo que possam manipular e controlar as mentes das pessoas a seu bel prazer, atrasando a Lei do Progresso de Deus. Os Dragões detêm um enorme poder de manipulação mental, e se aprovei-tam dos seres que estão emocionalmente abalados, e com grandes dívidas cármicas;
  • Os Dragões, possuem essa denominação não porque sejam fisicamente parecidos com os mitológicos dragões que cuspiam fogo, mas simplesmente porque dominam o pleno controle dos elementos, simbo-lizado pela figura do dragão, pois o animal dragão segundo a mitologia cuspia fogo, voava, andava sobre a terra e podia também mergulhar nas águas. Estão acima dos Magos Negros e outras classes de Espíri-tos voltadas para o Mal. Os Dragões são os Ditadores do Abismo e Senhores da Escuridão;
  • Segundo a Tradição, estes Arcanjos antes de se rebelarem contra Deus foram designados para localizar as Galáxias na Via Láctea, capazes de receber vida. A responsabilidade das Galáxias no Braço de Órion ficou ao encargo de Lúcifer, considerado um dos mais elevado em hierarquia. Lúcifer pede ajuda a outro Arcanjo chamado Satã, para elaborarem juntos os novos padrões de DNA compatíveis com os novos ti-pos de raças que estavam desenvolvendo neste braço de Órion. Porém o que ocorre nos Planetas diri-gidos e supervisionados por estas duas Entidades é o surgimento de guerras e sofrimentos nas civilizações;

No Livro ”Os Abduzidos”, é citado Isaías 14:12, que profetiza sobre a queda destes Anjos decaídos, que operavam em mundos distantes com uma hierarquia abaixo apenas dos Messias. Contudo, corrompidos pelo orgulho, se degradaram e se revoltaram contra o Criador. Estabeleceram a morte, a destruição e a agonia nos mundos em que operavam.

A Entidade Javeh ou Jeová, do Antigo Testamento, é apresentada como um destes Dragões citados por André Luiz, pois exigia sacrifícios de sangue de animais (alimentava-se destes Fluidos Animalizados), além de sugar as energias do povo Hebreu, e exigindo em muitas ocasiões a morte dos homens dos Reinos vencidos na guerra para o estabelecimento do povo Hebreu. É representado por uma Classe Sacerdotal altamente Teocrática →Estado Teocrático é um país ou nação que possui um sistema de governo que se submete às normas de uma religião específica ↔ vide Nm 31:1 a 20, Ez 9:5 a 7, Dt 2:34, que são textos que deixam claro que o povo Hebreu estava dominado pelo ódio e pela impiedade, que são características típicas da Entidade Javeh;

Javeh é uma entidade do ódio, da vingança e da morte, enquanto Jesus nos apresenta o Deus do Amor, do Perdão, da Misericórdia e da Vida↔Jesus, no Livro ”Os Abduzidos”, de Robson Pinheiro e Ângelo Inácio, afirma que a sua vinda à Terra não significava o fim do Sistema Antigo, que é contrário ao progresso Espiritual da humanidade, e sim um novo início, com uma batalha diária, para enfrentar e derrotar as Potestades, os Principados e os Representantes das Trevas nas duas dimensões da vida (Física e Espiritual). Afirma ainda que se for necessário serão feitos novas miscigenações, e até contatos diretos, com outras Raças Interplanetárias, para que este progresso possa ser atingido→ vide Livro ”Obras Póstumas”, Primeira Parte, Teoria do Belo, na qual Kardec também alude a estes fatos. Será feito também o uso intensivo da Mediunidade para ajudar nesta fase de transição da Terra ↔ o futuro homem Adâmico da Terra terá um “DNA” equivalente a combinação de mais de 50 “DNAs” de diferentes raças Interplanetárias;

No Livro ” Lázaro Redivivo”, Humberto de Campos e Chico Xavier, Cap.25, é descrito o diálogo entre o Rei Saul e o Espírito “materializado” de Samuel, que foi o último dos Juízes do povo Hebreu. Samuel, que se materializa com uma simples capa, sem as insígnias e adereços de quando era Juiz, a lhe cobrir o Corpo Astral, manda Saul desarmar o Exército Hebreu e entrar em um acordo para um armistício de paz com os inimigos, pois as guerras são malditas ilusões que agravam as responsabilidades diante de Deus Altíssimo. Onde o povo Hebreu foi buscar tanta audácia para se julgar privilegiado por Deus diante de todos os outros Povos? Que “Espíritos Satânicos” penetraram nossas mentes para odiarmos a Paz e entregarmo-nos aos monstros das guerras, que somente espalham a fome, a peste e a desolação? Agora, no Mundo Espiritual, reconheço que me afastei, quando “Encarnado”, das Vozes Espirituais que me induziam a seguir escrupulosamente as Leis Divinas. Atualmente sou obrigado a ajudar na recuperação dos que que choram e sofrem junto de mim, como arqueiros, flecheiros, guerreiros, etc, aos quais ajudei nas matanças. Vai, Saul, e ensina aos seus Irmãos Hebreus que devemos amar os nossos inimigos, pois são também Filhos, como nós Hebreus, do mesmo Altíssimo Deus;

Ezequiel 28:14 a 16, também cita que estes Dragões eram anteriormente Querubins Protetores que passeavam entre as Estrelas e serviam diante do Trono de Deus, até que a iniquidade desabrochou em seus “corações” para negarem e se rebelarem contra Deus ↔ o Apóstolo São Judas Tadeu, em Jd 1:6, fala da prisão nas Trevas destes Anjos Decaídos para o Julgamento do Grande Dia (Transição Planetária).

Magos Negros

Magos Negros – Versão I: Originários do extinto Planeta Erg

  • Em épocas anteriores à vida inteligente na Terra, sob a influência de Entidades Malignas, que controlavam as mentes dos habitantes de Erg (Espectros e Maldequianos), que nesta época era o décimo-segundo planeta do Sistema Solar, ocorreu uma guerra entre estes dois povos que provocou a destruição do Planeta Erg, através de uma bomba de alta potência atômica↔ esta explosão gerou os anéis de Saturno e alguma das Luas de Júpiter, segundo a Tradição;
  • O Planeta Erg foi explodido e parte destes habitantes, que provocaram diretamente a destruição deste Planeta, juntamente com estas Entidades Malignas, foram presos na Terra. Estes Maldequianos, Espectros e Entidades Malignas se transformaram nos Magos Negros, servos dos Dragões↔ Os Magos Negros normalmente são consciências rebeldes de elevada Disciplina Mental e sempre que podem evitam a Reencarnação;
  • Quanto a Hierarquia das Trevas, os Magos Negros possuem o poder, desde que existam Almas perversas e desequilibradas emocionalmente. Os “maus” Espíritos, motivados por suas mesquinharias, não se opõem ao controle daqueles que são capazes de manipular os fluidos. Uma vez fora do controle dos Magos, perdem a capacidade de raciocinar com clareza, se mostrando atônitos, perdidos e até desesperados. Com a Alma profundamente abalada por causa do tempo em que permaneceram sob controle, muitos deles voltam para seus Mestres e pedem que sejam hipnotizados novamente. Não aguentam a dura realidade fora da “Hipnose e da Sugestão Mental” que lhes nubla o pensamento ordenado, fornecendo-lhes uma certa “Compensação Prazerosa”.
  • Os Magos Negros se encontram altamente endividados com as Leis Divinas. Na realidade são infelizes, e estão extremamente enfermos Espiritualmente falando por não aceitarem as Leis Divinas, que os fariam ver as consequências dos sofrimentos que eles causaram, etambém porque perderiam o controle de Legiões de Espíritos das quais são Mestres.

Magos Negros – Versão II: Originários da Extinta Atlântida e Oriundos de Capela

  • Também conhecidos como Magos Negros estão alguns dos Espíritos originários do Sistema de Capela , que foram exilados para a Terra, porém este exílio é bem mais recente que o dos Magos Negros vindos de Erg↔ Expurgo não somente em Capela mas também em Antares, Epsilon Eridani, Veja e Tau Ceti, entre outros Sistemas Planetários, devido aos novos ciclos de evolução;
  • Durante o conflito entre os dois povos da Atlântida (Brancos do Ocidente e Vermelhos do Oriente) a aproximadamente 12 mil anos atrás, os Magos Negros Capelinos se aliaram aos Dragões para combater os Magos Negros originários de Erg. O Povo Vermelho do Oriente contava com o apoio dos Magos Negros de Erg, enquanto que o Povo Branco do Ocidente contava na sua maioria com os Magos Negros Capelinos↔ a Raça Branca foi introduzida na Terra pelos Capelinos;
  • A vitória desse conflito na Atlântida foi do Povo Vermelho, pois apesar do maior conhecimento dos Dragões, estes estavam impossibilitados de atuar diretamente na Terceira Dimensão pois não aceitavam Reencarnar , enquanto que alguns dos Magos Negros de Erg estavam Encarnados e atuando diretamente na Terceira Dimensão. Ao perceber que a derrota dos Magos Negros Capelinos seria inevitável, os Dragões não deram prosseguimento ao conflito, inclusive se isolando para regiões mais inferiores no Astral, retirando o seu apoio, pois já sabiam que um grande acontecimento iria destruir a Atlântida e por consequência colocar fim a supremacia dos Magos Negros de Erg na Atlântida;
  • Esse abandono gerou a derrota dos Magos Negros Capelinos que em sua maioria estavam no Povo Ocidental dos Brancos, que foi subjugado pelo Povo Vermelho do Oriente. Após a dura derrota que ambos os Magos Negros enfrentaram com a destruição da Atlântida, através da queda de um Asteróide que afundou praticamente todo este Continente, estes se dividiram em Grupos, disputando o controle das Zonas Umbralinas do Astral e sua influência nos Povos Encarnados na Terceira Dimensão da Terra. A partir desse ponto se iniciou uma aliança com os Dragões de ambas as classes dos Magos Negros.

Espíritos do tipo Feiticeiros

  • Alguns Espíritos continuam a executar no Mundo Espiritual, o que realizavam quando Encarnados, na área da Magia Negra e Feitiçaria. Excepcionalmente comparecem as Reuniões Mediúnicas nas quais estão envolvidos, por Processos de Obsessão a Encarnados a serviço de Entidades Trevosas, pois não gostam de identificarem-se. Aparentam as suas vestimentas típicas;
  • São inteligentes, experimentados e profundos conhecedores das mazelas dos Encarnados. São praticamente inacessíveis aos apelos do Perdão e do Amor, pois sabem que o seu retorno a Luz se iniciará através de períodos de grandes sofrimentos de reparação, através de Reencarnações doloridas, devido a deserção das Leis Divinas;
  • O Dialogador não deve temer estas Entidades pois na Equipe de Socorro Espiritual existem antigos Magos e Feiticeiros, convertidos a Luz, que são convocados para as Reuniões Mediúnicas por possuírem um maior conhecimento e que conseguem neutralizar os ataques destas Entidades Trevosas;

Anexo II – Os Profetas e a Transição Planetária

II.1 – O Profeta Isaías

Isaías 29:13 ↔ Mt 15:8 e 9

O Profeta Isaias é considerado um dos maiores do Antigo Testamento.

Em 29:13, afirma que “Estes homens ( povo Hebreu ) me honram com os lábios, porém conservam o seu coração longe de mim. Em vão me adoram, pois ensinam Doutrinas que são simples preceitos humanos”↔ idem em Mt 15:8 e 9, Jesus cita este versículo de Isaías quando censurava o Povo Hebreu por manter Tradições que o afastavam de Deus → faltam praticar e exemplificar, em ações do dia a dia, atitudes e exemplos no Bem, na Moralidade, na Justiça, no Amor, na Caridade,………….

Isaías 42:3 ↔ Mt 12:20

Não esmagará o caniço quebrado nem apagará o morrão que fumega, até que se faça triunfar o juízo↔ Jesus cita este trecho de Isaías logo após curar um homem de mão atrofiada em um sábado, o que irritou tremendamente os Hebreus tradicionalistas → na tradição do povo Hebreu o símbolo do homem imperfeito é o Caniço Quebrado e Morrão que Fumega é a falta de Luz no homem.

Jesus não acusa e nem critica estes tipos de Homens, conferindo-lhes inúmeras oportunidades de Reencarnações para que possam se “Corrigir, Aperfeiçoar e Burilar” na senda do Bem, até o limite da Transição Planetária.

Isaías 13:10 e Mt 24:29

As Estrelas e as Constelações dos Céus não darão a sua Luz, o Sol se escurecerá e a Lua não mostrará a sua Luz ↔ Jesus cita esta passagem de Isaías durante o Sermão Profético no qual afirma que “Grandes Tribulações” virão sobre a Terra, referindo-se claramente a Transição Planetária. Afirma ainda em Mt 24:35 de que o Céu e a Terra passarão mas as suas “Palavras” permanecerão → esta passagem trata do degredo para outros Planetas dos Espíritos recalcitrantes no Mal que não poderão mais permanecer na Terra após a Transição Planetária.

Nestes novos Mundos não mais verão a Luz do Sol e da Lua, assim como a Terra será o Paraíso perdido.

O Evangelho de Jesus ainda acompanhará estes Espíritos em evolução nestes novos Mundos.

II.1 – O Profeta Zacarias

A Previsão da Transição Planetária

Zacarias em 13:8 faz uma dura previsão sobre a Transição Planetária, na qual afirma que:

Em toda a Terra, dois terços dos habitantes serão “eliminados e perecerão”, e a terceira parte será provada como se purifica a prata pelo fogo.

A Interpretação sob a Ótica Espírita de Zacarias 13:8

Nesta Profecia fica claro que “eliminados” e “perecerão” significam que estes Espíritos não mais permanecerão na Terra. Este total corresponde a dois terços da população total da Terra, entre “Encarnados” e “Desencarnados”.

Analogamente ao que Emmanuel cita no Livro “A Caminho da Luz”, tais Espíritos serão transferidos para outros Orbes Planetários, atrasados em relação à Terra, onde participarão da alavancagem do progresso dos mesmos. Em Mt 24:29 é citada esta transferência, na qual estes Espíritos não mais verão o Sistema Solar.

Os restantes um terço do total, permanecerão na Terra, porém deverão resistir as duras provas a que a Terra será submetida durante o período da Transição Planetária.

Como Kardec afirma no Livro “Obras Póstumas”, uma multidão de Espíritos mais adiantados tomará o lugar dos “Espíritos Colonos da Terra”, trazendo uma nova Evolução Espiritual para o Planeta.

Não mais será permitido aos Espíritos Retardatários reencarnarem na Terra e sim em Mundos distantes, compatíveis com a sua atual Evolução Espiritual.

Ismael também afirma, no Livro “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho” que a morte do mundo não será na destruição física da Terra, mas sim nas suas Expressões Morais, Sociais e Políticas.

II.2 – O Profeta Jeremias

Jeremias 1:5 e 10

Antes que no seio materno fosses formado eu já te conhecia e o havia designado para ser o meu Profeta frente às Nações ↔ este texto indica claramente o Conceito da Reencarnação, pois era conhecido em Espírito pelo Senhor antes de ser gerado no ventre materno.

Também pelas suas qualidades espirituais, foi antecipadamente escolhido pelo Senhor para ser seu Profeta nesta dura missão ao encarnar na Terra.

Jeremias 7:11

Transformastes a minha Casa de Oração em um covil de salteadores ↔ Jesus lembra esta passagem em Mt 21:13 quando expulsa os vendilhões do Templo em Jerusalém ↔ esta passagem é de suma importância nos dias atuais, quando os Poderes Religiosos, de várias matizes, se macumunam com os Poderes Temporais, e se fanatizam pelo Ouro, deixando os seus Fiéis totalmente alienados e iludidos com relação as Realidades Espirituais↔ Jesus e os Apóstolos, além de alimentarem e curarem multidões, deram sempre de graça o que de graça receberam do Altíssimo;

Jeremias 23:16 a 26

Eu não mandei estes Falsos Profetas e nem lhes falei coisa alguma. Estão proclamando Mentiras em meu nome, diz o Senhor↔ os Falsos Profetas e os Charlatões da Fé já estão espalhados pelas Religiões de várias matizes. Desde o Século III quando o Império Romano anexou as Comunidades Cristãs ao seu poder e mando, as comunicações com o Mundo Espiritual foram encerradas, e vieram os Dogmas e Tradições de cunho meramente feitos por mãos humanas.

Este movimento continua atualmente com as várias Religiões que fazem conluio com os Poderes Temporais, o desejo do Luxo e posses materiais, as vistas grossas às aberrações sexuais de seus Dirigentes, etc.

Jesus, em Mt 24:28, afirma que no futuro surgiriam Falsos Profetas que iriam fazer grandes Sinais e Prodígios que poderiam enganar até aos Eleitos. Enfatiza que “Onde estiver o Cadáver aí se ajuntarão os Abutres”.

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