Jesus e Simão Pedro

Retirava-se Jesus do lar de Jeroboão, filho de Acaz, em Corazim, para atender a um pedido de socorro em casa próxima, quando quatro velhos Publicanos apareceram, de chofre, buscando-lhe o verbo reconfortante.
Haviam recebido as notícias do Evangelho do Reino, tinham fome de esclarecimento e tranquilidade, suplicavam palavras que os auxiliassem na aquisição de paz e esperança.

O Mestre contemplou-lhes a veste distinta e os rostos vincados de funda inquietação, e compadeceu-se.
Instado, porém, por mensageiros que lhe requisitavam a presença à Excelso Benfeitor  chamou Simão Pedro e pediu-lhe, ante os consu-lentes amigos:
– Pedro, nossos irmãos chegam à procura de renovação e de afeto… Rogo sejas, junto deles, o portador do Bem Eterno!… Ampara-os com a verdade, prossigamos em nossa tarefa de amor…

O Apóstolo relanceou o olhar pelos circunstantes e, tão logo se viu a sós com eles, fêz-se arredio e casmurro, esperando-lhes a mani-festação.

Foi Eliúde, o joalheiro e mais velho dos quatro, que se ergueu e solicitou com modéstia:
• Discípulo do Senhor, ouvimos a Nova Revelação e temos o espírito repleto de júbilo!…
Compreendemos que o Messias Nazareno vem da parte do Todo-Poderoso arrancar-nos da sombra para a luz, da morte para a vida… Que instruções e bênçãos nos dás, oh! dileto companheiro das Boa Novas? Temos sede do Reino de Deus que o Mestre anuncia!
Aclara-nos a inteligência, guia-nos o coração para os caminhos que devemos trilhar!…

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