De todas as ocorrências da tarefa Apostólica, os encontros do Mestre com os “Endemoninhados”, ou Homens possuídos por “Espíritos Atrasados” em forte grau de Obsessão, constituíam os fatos que mais impressionavam os Apóstolos. A palavra “Diabo” era então compreendida na sua justa acepção. Segundo o sentido exato da expressão, era ele o adversário do Bem, simbolizando o termo, dessa forma, todos os maus sentimentos que dificultavam o acesso das Almas à aceitação da Boa Nova e todos os Homens de vida perversa, que contrariavam os propósitos da existência pura, que deveriam caracterizar as atividades dos adeptos do Evangelho.
Dentre os companheiros do Messias, Tadeu era o que mais se deixava impressionar por aquelas cenas dolorosas. Aguçavam-lhe, sobremaneira, a curiosidade de homem os gritos desesperados dos “Espíritos Malfazejos”, que se afastavam de suas vítimas Encarnadas sob a amorosa determinação do Mestre Divino.
Quando os “Pobres Obsidiados” deixavam escapar um suspiro de alívio, Tadeu volvia os olhos para Jesus, maravilhado de seus feitos.
Certo dia em que o Senhor se retirara, com Tiago e João, para os lados de Cesaréia de Filipe, uma “Pobre Demente” lhe foi trazida, a fim de que ele, Tadeu, anulasse a atuação dos “Espíritos Perturbadores” (do tipo Legião como no caso dos Gadarenos) que a subjugavam. Entretanto, apesar de todos os esforços de sua boa-vontade, Tadeu não conseguiu modificar a situação. Somente no dia imediato, ao anoitecer, na presença confortadora do Messias, foi possível à “Infeliz Dementada” recuperar o senso de si mesma, com o afastamento destes “Espíritos Perversos” através de Jesus.
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